“A situação está muito difícil! Já tem colegas em desespero e sem saber o que fazer para pagar as contas atrasadas”. Foi o que relatou um dos trabalhadores da empresa MG e MP Serviços e Construções que presta serviços de forma terceirizada para a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba, Regional das Espinharas (CAGEPA/Espinharas).

Os trabalhadores relatam que os salários estão atrasados há dois meses e não se tem nenhuma satisfação de quando irão ser regularizados. A MG e MP está prestando serviços a CAGEPA/Espinharas desde o início do ano de 2019 e vem recebendo críticas pela execução dos trabalhos realizados e agora vem à tona mais uma denúncia.

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE/PB) também encontrou irregularidades no contrato no valor de Seis Milhões e Meio de Reais firmado entre a empresa MG e MP Serviços e Construções e a CAGEPA. A empresa criada em 2012 apresentou capital incompatível para participar de licitação, porém, ganhou. O TCE/PB também suspendeu pagamentos à empresa desde que uma ex-sócia estava como beneficiária do Bolsa Família.

Através de nota ao jornalista Marcelo José, que tornou pública o fato, a empresa alegou que a sócia já não está mais nos quadros da empresa, pois vendeu sua parte a um empresário, porém, mesmo com a venda, o valor ainda está incompatível e vem sendo contestado junto ao TCE/PB.

Na manhã desta segunda-feira, dia 13, a reportagem do Patosonline.com fez contato telefônico com um dos responsáveis da empresa na cidade de Patos. Perguntado sobre o atraso nos salários, o cidadão de nome Ermani disse que não chega há dois meses de atraso, mas que tudo será resolvido ainda nesta semana de maio. Perguntado se havia relação entre o atraso e a denúncia no TCE/PB, o responsável negou e relatou que foram problemas nas medições dos serviços prestado à CAGEPA/Espinharas.

 

 

Jozivan Antero – Patosonline.com

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